quarta-feira, 28 de março de 2012

Como funciona a mente de um psicopata




Psicopatas tem não emoção. A área do cérebro conhecida como Sistema Límbico, é a central das nossas emoções, mas nos psicopatas, ela está quase que totalmente desativada.
Em pessoa normais, o sistema límbico, trabalha junto com o lobo frontal, este por sua vez responsável pela razão. Os dois atuando juntos, fazem o equilibrio entre a razão e emoção nos seres humanos. No caso dos psicopatas, além do sistema límbico não funcionar, o lobo frontal funciona de forma acima do normal, isso os faz pessoas 100% razão e 0% emoção.
   O máximo, alguns psicopatas podem chegar a sentir, são as proto-emoções, ou emoções primárias, como raiva, irá, ódio, alegria ,amor mas ainda assim de forma bastante limitada.

A maioria é tão incapaz de processar emoções, que nem mesmo magoados ou chateados eles ficam. Quando algo dá errado, o máximo que sentem é uma frustração passageira. Quando algo dá certo, é uma sensação de satisfação, mas que acaba logo, e logo os leva ao tédio (o que explica a constante busca dos psicopatas por situações extremas).

Psicopatas não sentem medo, nem ansiedade, nem baixa-auto estima, não sofrem de extresse pós traumático. Eles percebem as demais pessoas, apenas como objetos, que devem ser usados para seu benefício próprio. Quem sente amor por um objeto? O problema é que para os psicopatas, todas as pessoas são objetos e eles não tem capacidade de perceber as pessoas de forma diferente.
Devido ao seu grau de inteligência elevado, eles aprendem rapidamente a simular emoções, mas, não passa de uma simulação.

Principais Sintomas
Tem havido bastante controvérsia em relação ao conceito de Personalidade Psicopática ou Antissocial. Há autores que diferenciam psicopata de anti-social, mas, em nosso caso, essa distinção é dispensável em benefício do melhor entendimento do conceito. Howard sugere que os conceitos de psicopatia podem agrupar-se em três tipos:



1) Um tipo Sociopata, caracterizado por conduta anti-social crônica que começa na infância ou adolescência como Transtorno de Conduta;
2) Um tipo Secundário, caracterizado por um traço de personalidade com alto nível de impulsividade, isolamento social, e perturbações emocionais (a conduta sociopática seria secundária à essas alterações emocionais e da sociabilidade); 
 3) Um tipo Primário caracterizado apenas por a impulsividade sem isolamento social e perturbações emocionais (a qual pode-se aplicar aos criminosos comuns). Isso não implica que cada um desses três tipos seja mutuamente excludente; a sociopatia é vista como um conceito amplo que engloba tanto a psicopatia primária como a secundária, assim como uma alta proporção de criminosos comuns.

O Assassinato é uma paixão


Assassino em Série - Serial Killer

                                                       


São os assassinos que cometem uma série de homicídios com algum intervalo de tempo entre eles. Suas vítimas têm o mesmo perfil, a mesma faixa etária, são escolhidas ao acaso e mortas sem razão aparente. Para criminosos desse tipo, elas são objeto da sua fantasia. Infelizmente, eles só param de matar, até onde se sabe, quando são presos ou mortos.
O serial killer “esfria” entre um crime e outro, não conhece sua vítima, tem motivo psicológico para matar e necessidade de controle e dominação. Geralmente suas vítimas são vulneráveis, e o comportamento delas não influencia a ação do assassino..
Esses assassinos começam a agir entre 20 e 30 anos, escolhendo indivíduos mais fracos, que estão em algum estereótipo, e levam uma lembrança ou troféu de cada assassinato cometido. Por se sentirem acima do bem e do mal, acreditam ser muito espertos, têm autoconfiança e muitas vezes “jogam” com a polícia


Existem dois tipos:

Serial killers organizados
Os serial killers organizados são seres solitários por se sentirem superiores às demais pessoas: ninguém é bom o bastante para eles. São socialmente competentes e, muitas vezes, casados. Conseguem bons empregos porque parecem confiáveis e aparentam saber mais do que na realidade sabem. Quando usam drogas, as preferidas são maconha e álcool. Para eles, o crime é um jogo.
Retornam ao local onde mataram para acompanhar os trabalhos da perícia e da polícia, ficam atentos aos noticiários e são os últimos suspeitos, por serem charmosos e carismáticos. Planejam o crime com cuidado, carregam o material necessário para cumprir suas fantasias, interagem com a vítima e se gratificam com o estupro e a tortura. Deixam pouquíssimas evidências no local do crime, escondem ou queimam o cadáver e levam um pertence daquele que matou como lembrança ou troféu.

Serial killers desorganizados
Os serial killers desorganizados também são solitários, mas por terem comportamento considerado estranho, esquisito. Sua desorganização é geral: com a casa, com o carro, com o trabalho, com a aparência e com o estilo de vida. Não são atléticos, são introvertidos e não têm condição de planejar um crime com eficiência. De forma geral, agem por impulso e perto de onde moram, usando as armas ou os instrumentos encontrados no local de ação. É comum manterem um diário com anotações sobre suas atividades e vítimas, trocam de emprego com frequência e tentam seguir carreira militar ou similar, mas não bem-sucedidas.
É raro manter algum contato com a vítima antes de agir, agem com fúria, gratificam-se com estupro ou mutilação post-mortem e, nesse grupo, é comum encontrarmos canibais e necrófilos. Têm mínimo interesse no noticiário sobre seus crimes e deixam muitas evidências no local em que matam.

quinta-feira, 22 de março de 2012

A Floresta do Suicidio - Aokigahara

 


Aokigahara (também conhecida como o Mar das Árvores ou Jukai) é um bosque que fica na base do monte Fuji no Japão. É um Bosque tão fechado que, quando o sol brilha sobre ele, a luz penetra pelos vãos entre as copas das árvores e forma pilares de luz. Tem aspecto fantasmagórico. Depois de um tempo caminhando, as árvores se fecham de tal maneira que é impossível ouvir algo além dos sons que a natureza faz.




    Este bosque é o lugar mais popular para cometer suicídios no Japão.Mais de 500 pessoas já tiraram a própria vida em Aokigahara. Anualmente, cerca de 70 pessoas vão para Aokigahara e nunca mais voltam. A forma mais comum de suicídio é por enforcamento. 
De acordo com a história, durante o século 19 a floresta foi o local escolhido para a prática do ubasute, na qual os idosos ou familiares doentes eram transportados para a floresta e abandonados para morrerem. Usabute significa literalmente “abandonar uma mulher idosa” e era uma prática utilizada em épocas de grandes dificuldades em que os doentes e idosos eram os primeiros a sofrerem, muitas vezes por ordem dos senhores feudais.
 Como resultado desta história demente, são muitos aqueles que afirmam que a floresta é também assombrada e possui poderes sobrenaturais.







Ações do Governo Japonês

Nesse lugar macabro alguns profissionais trabalham apenas para buscar corpos de suicidas. Pelotões de busca, formados por voluntários e bombeiros, se revezam em turnos e sempre acabam encontrando corpos em diferentes estágios de decomposição. Os cadáveres não estão imunes a animais da área e são encontrados parcialmente devorados por animais





quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

13 Passos para o Inferno

Os 13 passos, é uma lenda urbana assustadora sobre o Cemitério de Maltby, em Washington. Eles dizem que esses treze passos levam ao inferno...

Os 13 Passos para o inferno foram localizados no Cemitério de  Maltby, em Washington. Costumava haver uma escada que começavam no nível do solo e desciam para a terra. Dizem que os degraus eram de baixo da entrada para a tumba de uma família rica que morou no local.

Segundo a lenda, você tinha que ir ao Cemitério à noite e descer esses 13 degraus. Ao descer as escadas, você não seria capaz de ouvir qualquer coisa. Uma vez que você tinha chegado ao fundo, se você se virar, você seria confrontado por uma visão do inferno.
Eles dizem que a visão o levaria a loucura. Aqueles que assistiram pessoas que executaram este ritual, disseram que testemunharam a pessoa parar no fundo, virar-se e, em seguida, o colapso de joelhos no horror. Segundo alguns relatos, várias crianças ficaram quase em coma depois da pratica, muitas delas nunca proferiram uma palavra sobre o assunto.

Os 13 passos não existem mais. Como a história conta, eles foram demolidos ou preenchido com concreto anos atrás depois de causarem tantos problemas. Desde então, tem havido invasões no cemitério e até mesmo rumores de pessoas que fazem expedições tarde da noite no cemitério Maltby, armados com pás, na esperança de descobrir os 13 passos para o inferno.



RELATOS:

"Minha namorada e eu queriamos ver isso por nós mesmos. Você tem que ir até esses treze passos e então você verá uma pequena cadeira. Se você se sentar na cadeira significa automaticamente que você vendeu sua alma ao diabo. Parece realmente assustador. Eu estava na igreja com meu amigo e seu pastor disse que ele foi lá, quando ele tinha 16 anos e foi a pior experiência da sua vida inteira ".


"Um grupo de nós saiu para o cemitério em Maltby. Temos a certeza que chegarmos lá tão perto quanto possível da meia-noite. Após cerca de uma hora procurando no escuro, nós finalmente encontramos. Os 13 passos. À luz do luar, você não podia ver o fundo. Tentamos usar uma lanterna e ainda não conseguimos ver o fundo. Foi assustador e uma das meninas estava tão assustada que não conseguia sequer olhar para baixo na escada. Eu decidi que iria descer os degraus, mas quando eu desci as duas primeiras etapas, comecei a me sentir mal.

Após os próximos dois degraus, eu me senti tonta. Quando cheguei ao sexto passo, estava tão frio que eu mal podia respirar e eu podia ouvir gritos abafados e gemidos. Eu não ia mais longe. Eu não poderia mesmo dar o próximo passo. Quando me virei para subir de volta, eu podia sentir algo empurrando minhas costas e eu não conseguia ver o lado de fora e nem os meus amigos de forma clara. Quando eu finalmente cheguei ao topo da escada, eu ouvi gritos e percebi que vinham de meus amigos.

Eles estavam gritando porque eu tinha desaparecido quando fui para baixo. Eu estava a apenas seis passos de profundidade. Eu não poderia ter saido fora da vista depois de ter ido somente até a metade.Nós estávamos completamente apavorados e saimos de lá o mais rápido possível.Neste dia, de vez em quando, sonho que estou sobre os 13 passos que conduzem ao inferno e eu sempre acordo com medo e suando frio ".


O Velho Faiscante ( A Cadeira Elétrica)


Em 6 de agosto de 1890, ocorreu a primeira execução em uma cadeira elétrica, no estado de Nova York (EUA). Até aquela data, os condenados à morte eram enforcados. E a cadeira elétrica era considerada mais "humana".


William Kemmler, um americano de origem alemã, garantiu um lugar nos livros de história, não pelo fato de ter assassinado sua noiva e sim pela forma como morreu. No dia 6 de agosto de 1890, William, detento em uma prisão estadual do estado americano de Nova York, foi a primeira pessoa a ser executada em uma cadeira elétrica.
Aqueles que procuraram criar um método humano de execução estavam satisfeitos com a invenção da cadeira elétrica. Nos Estados Unidos, as duas descargas de cerca de 2 mil watts eram tidas como o meio mais adequado de colocar em prática a sentença de morte.
Passados 120 anos, as opiniões se dividem. Muitos consideram de tremendo mau gosto o apelido sarcástico difundido entre os carcerários para denominar a cadeira elétrica: "velho faiscante".
Este método "humano" e seguro de execução sofreu pane diversas vezes. Alguns condenados não morriam pelos choques elétricos, mas queimados vivos. Outros tiveram partes do corpo incendiadas quando o mecanismo de execução era acionado.
Nesses casos, as execuções tinham que ser interrompidas. E mesmo que tudo funcionasse corretamente, a visão clara das contrações musculares dos condenados à morte não deixava qualquer sombra de dúvida sobre quão "humano" é este método.
A freira Helen Prejeun revela que as execuções acontecem na calada da noite, dentro da penitenciária, sem grandes alardes. Helen é uma das mais conhecidas ativistas contra a condenação à morte. Seu relato baseado em fatos reais Dead Man Walking, foi levado às telas de cinema com o título em português Os últimos passos de um homem, com Susan Sarandon e Sean Penn nos papéis principais.
Segundo Helen, a pena de morte tem uma dimensão moral. Não é difícil enquadrar de forma jurídica casos em que os réus mereçam ser condenados à morte. O problema, garante, é saber quem merece ter a obrigação de matar o condenado.
De fato, muitos carcereiros americanos têm enormes dificuldades em cumprir o dever de executar um condenado. Não são poucos os funcionários que se consideram incapazes de levar adiante uma execução, principalmente quando surgem complicações.
Durante a execução do assassino Pedro Medina, na Flórida, saíram faíscas de sua cabeça. Após a descarga elétrica, um médico atestou que Medina ainda estava vivo. A potência foi aumentada até a morte do condenado. Durante a autópsia, foi constatado que Medina estava plenamente consciente quando foi executado.
Alguns favoráveis à pena de morte usam tais panes como exemplo para intimidar. O promotor público da Flórida mencionou diversas vezes o caso de Medina para coibir a criminalidade local.
Outros até favoráveis à pena de morte condenam a cadeira elétrica, não por pena ou consideração, mas por motivos legais. A Constituição americana proíbe a aplicação de penas atrozes. Para muitos advogados, o "velho faiscante" é um infrator da lei.