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quinta-feira, 22 de março de 2012

A Floresta do Suicidio - Aokigahara

 


Aokigahara (também conhecida como o Mar das Árvores ou Jukai) é um bosque que fica na base do monte Fuji no Japão. É um Bosque tão fechado que, quando o sol brilha sobre ele, a luz penetra pelos vãos entre as copas das árvores e forma pilares de luz. Tem aspecto fantasmagórico. Depois de um tempo caminhando, as árvores se fecham de tal maneira que é impossível ouvir algo além dos sons que a natureza faz.




    Este bosque é o lugar mais popular para cometer suicídios no Japão.Mais de 500 pessoas já tiraram a própria vida em Aokigahara. Anualmente, cerca de 70 pessoas vão para Aokigahara e nunca mais voltam. A forma mais comum de suicídio é por enforcamento. 
De acordo com a história, durante o século 19 a floresta foi o local escolhido para a prática do ubasute, na qual os idosos ou familiares doentes eram transportados para a floresta e abandonados para morrerem. Usabute significa literalmente “abandonar uma mulher idosa” e era uma prática utilizada em épocas de grandes dificuldades em que os doentes e idosos eram os primeiros a sofrerem, muitas vezes por ordem dos senhores feudais.
 Como resultado desta história demente, são muitos aqueles que afirmam que a floresta é também assombrada e possui poderes sobrenaturais.







Ações do Governo Japonês

Nesse lugar macabro alguns profissionais trabalham apenas para buscar corpos de suicidas. Pelotões de busca, formados por voluntários e bombeiros, se revezam em turnos e sempre acabam encontrando corpos em diferentes estágios de decomposição. Os cadáveres não estão imunes a animais da área e são encontrados parcialmente devorados por animais





quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

13 Passos para o Inferno

Os 13 passos, é uma lenda urbana assustadora sobre o Cemitério de Maltby, em Washington. Eles dizem que esses treze passos levam ao inferno...

Os 13 Passos para o inferno foram localizados no Cemitério de  Maltby, em Washington. Costumava haver uma escada que começavam no nível do solo e desciam para a terra. Dizem que os degraus eram de baixo da entrada para a tumba de uma família rica que morou no local.

Segundo a lenda, você tinha que ir ao Cemitério à noite e descer esses 13 degraus. Ao descer as escadas, você não seria capaz de ouvir qualquer coisa. Uma vez que você tinha chegado ao fundo, se você se virar, você seria confrontado por uma visão do inferno.
Eles dizem que a visão o levaria a loucura. Aqueles que assistiram pessoas que executaram este ritual, disseram que testemunharam a pessoa parar no fundo, virar-se e, em seguida, o colapso de joelhos no horror. Segundo alguns relatos, várias crianças ficaram quase em coma depois da pratica, muitas delas nunca proferiram uma palavra sobre o assunto.

Os 13 passos não existem mais. Como a história conta, eles foram demolidos ou preenchido com concreto anos atrás depois de causarem tantos problemas. Desde então, tem havido invasões no cemitério e até mesmo rumores de pessoas que fazem expedições tarde da noite no cemitério Maltby, armados com pás, na esperança de descobrir os 13 passos para o inferno.



RELATOS:

"Minha namorada e eu queriamos ver isso por nós mesmos. Você tem que ir até esses treze passos e então você verá uma pequena cadeira. Se você se sentar na cadeira significa automaticamente que você vendeu sua alma ao diabo. Parece realmente assustador. Eu estava na igreja com meu amigo e seu pastor disse que ele foi lá, quando ele tinha 16 anos e foi a pior experiência da sua vida inteira ".


"Um grupo de nós saiu para o cemitério em Maltby. Temos a certeza que chegarmos lá tão perto quanto possível da meia-noite. Após cerca de uma hora procurando no escuro, nós finalmente encontramos. Os 13 passos. À luz do luar, você não podia ver o fundo. Tentamos usar uma lanterna e ainda não conseguimos ver o fundo. Foi assustador e uma das meninas estava tão assustada que não conseguia sequer olhar para baixo na escada. Eu decidi que iria descer os degraus, mas quando eu desci as duas primeiras etapas, comecei a me sentir mal.

Após os próximos dois degraus, eu me senti tonta. Quando cheguei ao sexto passo, estava tão frio que eu mal podia respirar e eu podia ouvir gritos abafados e gemidos. Eu não ia mais longe. Eu não poderia mesmo dar o próximo passo. Quando me virei para subir de volta, eu podia sentir algo empurrando minhas costas e eu não conseguia ver o lado de fora e nem os meus amigos de forma clara. Quando eu finalmente cheguei ao topo da escada, eu ouvi gritos e percebi que vinham de meus amigos.

Eles estavam gritando porque eu tinha desaparecido quando fui para baixo. Eu estava a apenas seis passos de profundidade. Eu não poderia ter saido fora da vista depois de ter ido somente até a metade.Nós estávamos completamente apavorados e saimos de lá o mais rápido possível.Neste dia, de vez em quando, sonho que estou sobre os 13 passos que conduzem ao inferno e eu sempre acordo com medo e suando frio ".


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Mansão Winchester


 HISTÓRIA

Estados unidos, 1862



Neste ano, uma jovem mulher de nome Sarah Pardee casa-se com William Wirt Winchester dono fortuna das fábricas de rifles Winchester.


Com o passar do tempo, a fábrica de armas desenvolve um rifle que seria o mais rápido e mais usado da época, tornando a família Winchester dona de uma das maiores fortunas da América.
Nesse tempo nasce Anne Pardee Winchester a filha de Sarah e William. Mas pouco tempo depois, uma doença mata a criança, deixando Sarah inconsolável.
Passaram-se quase dez anos até que Sarah pudesse superar a tragédia e voltar a vida normal. Mas o casal jamais teve outro filho.
Como se fosse por karma, em 7 de março de 1881 William morre de tuberculose, e Sarah entra em total depressão e herda uma gigantesca fortuna.
Pouco tempo depois, certa noite, Sarah ouve barulhos, gritos horríveis e pancadas por toda a casa.
E assim segue durante vários dias seguidos.


Completamente desesperada, Sarah vai à uma médium espírita.
A médium informa que o marido de Sarah se encontra ali, e que ele disse que os espíritos atormentados das pessoas mortas pelas armas Winchester, estão vagando perdidos com ódio. E que foram eles que mataram sua filha e o próprio William, e que ela seria a próxima.


A médium informa que Sarah deveria mudar de casa, que o seu marido a iria guiar e ela saberia qual nova casa comprar quando a visse.
Essa casa deveria ser reformada para que os espíritos de luz pudessem ali ficar para protegê-la, e os maus espíritos se acalmassem.


Sarah vaga então pelos Estados Unidos até chegar em Santa Clara, onde vê uma casa de 6 cômodos ainda em obras e sente que é aquela casa que deve ser comprada.


Então ela inicia suas obras, construindo novos quartos e cômodos na esperança de viver em paz, conforme orientado pela médium que visitou anteriormente.
No entanto, apesar dos seus esforços, sua obra não fez parar os tormentos que a acompanhavam.


Vozes, aparições e sons são ouvidos constantemente na casa.
Começa então um inusitado jogo macabro de Sarah. Quartos e mais quartos foram construídos.
Ela demolia e reconstruía cômodos incessantemente. Aumentava, diminuía, construía um quarto em torno de outro.
Selava quartos, abria outros, construía escadas e mais escadas que não davam em lugar algum.


Várias portas que ao se abrirem davam para um vão vazio e quartos com passagens secretas, bem como também labirintos e armários que ao se abrirem mostravam só paredes.
Tudo isso ela fazia para confundir e desencorajar os maus espíritos que ali entrassem.
As obras na casa nunca cessavam.
Os trabalhadores se revezavam de maneira que 24h por dia se ouviam os martelos e ferramentas na construção

Esta escada não leva a lugar nenhum!


Sarah nunca tinha um projeto ou planta, pois isso poderia ensinar e alertar os espíritos.
O chefe de obras chegava pela manhã e Sarah dava as instruções do que queria para o dia.

E no dia seguinte ela poderia demolir o que foi feito no dia anterior e reconstruir de outra forma.
Assim os espíritos poderiam ficar mais e mais confusos.
Foi construída uma sala, chamada de quarto azul, onde ninguém jamais entrou enquanto Sarah ainda era viva.
Somente ela entrava ali para suas sessões espíritas. Dizem que o quarto foi construído como uma passagem para o outro mundo, sendo que ali ela recebia os espíritos durante as sessões.


A casa já estava com sete andares, inúmeros cômodos, várias lareiras e incontáveis janelas, quando em 1906 um terremoto destruiu parte da casa e jogou os três últimos andares no chão. Sarah então não parou.
Os cômodos destruídos, foram selados e novos quartos construídos em torno deles, pois ela achava que os espíritos que ali estavam no momento do terremoto, ficariam aprisionados para sempre.
As obras não paravam. Durante 36 anos, inúmeros carpinteiros e trabalhadores mudaram, aumentaram, destruíram e reconstruíram até que no ano de 1922, depois de uma sessão espírita no quarto azul, Sarah foi se deitar e morreu durante o sono aos 83 anos de idade, deixando uma casa com aproximadamente 160 cômodos, 47 lareiras, mais de 10.000 janelas, incontáveis escadas e portas. As obras finalmente foram interrompidas.


Tempos depois a casa foi vendida para um grupo de investidores que planejavam usar a casa como atração turística.
Na primeira contagem, eles divulgaram que a casa possuía 148 cômodos. Numa segunda contagem o número foi para 160.
Mas a cada contagem se chegava a um número diferente.
Era impossível saber o número de cômodos que a casa possuía.


O lugar era tão confuso e tão cheio de labirintos que os trabalhadores demoraram mais de 6 semanas para retirar a mobília da casa.
Hoje ela é registrada como a maior casa da Califórnia com número desconhecido de cômodos.


Contudo, ainda hoje, visitantes e funcionários afirmam ouvir vozes e presenciar aparições estranhas dentro da casa.
Talvez, os espíritos que ali entraram, jamais conseguiram sair.


Mais fotos da Mansão:
A Entrada da Casa
Imagem Vista pelo Google Earth